quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Estertores da Hipocrisia



Tudo tende a se agravar, em momentos finais de existência; assim, também a Hipocrisia agravou-se ─ e muito ─, com a inevitável chegada de Novos Tempos, anunciando seu possível final.
Desde quando o animal humano tornou-se “civilizado”, ela nos tem acompanhado fornecendo-nos inúmeras máscaras usáveis, nas mais diversas ocasiões.

A palavra hipocrisia, oriunda do latim ─ hypocrisis e do grego ─ hupocrisis, continua tendo a mesma conotação de máscara, de fingimento, de falsidade só que, saindo do campo teatral ─ inicialmente utilizada, designando as máscaras usadas pelos atores─ e investindo em nosso próprio campo real de atuação tornando-o ─ teatralizado.
Ela foi mais popularizada, creio eu, através da expressão ─ jogo de cintura, tornando seu uso quase “diplomático”; consideramos como elogio quando alguém nos diz que temos um bom jogo de cintura deixando claro, nesse “elogio”, o quanto podemos ser falsos, oportunistas, enganadores portanto ─ hipócritas!

Noam Chomsky, um linguista dos mais renomados, definiu hipocrisia como recusa de “... aplicar a nós mesmos os mesmos valores que se aplicam a outros.”
Está certíssimo!

Apontamos para várias situações alheias, desnudando suas imperfeições, sob nossa ótica, sem que tenhamos um espelho a nossa frente para nos mostrar o quanto estamos ─ igualmente nus. Se bem, que talvez o espelho que falamos, não consiga mostrar isso; ele irá, provavelmente mostrar, deformação; nos enxergaremos cheios de bons atributos pois não é, infelizmente, um espelho mágico que possa refletir nosso interior, não para quem não quer ver.
Para Vitor Hugo, “O hipócrita é um titã-menor.”

Cruzamos diariamente com titãs-menores em casa, no trabalho, nas ruas; os vemos em telas, em noticiários, em comentários, em discursos políticos, em sermões, em sala de aula enfim, onde quer que olhemos e/ou atuemos.
Dificilmente estruturas sociais, religiosas, econômicas etc, deixam de fora, em suas ações a utilização da hipocrisia; o Sistema bem como todas as suas ramificações são inacreditavelmente ─ hipócritas!

Alguns animais humanos ensinam seus descendentes, ainda crianças, a usarem máscaras quando dizem, por exemplo ─ abrace fulano ou beltrana, seja educado com ele/a, senão ele/a não vai mais dar presentes pra você; faça de conta que gosta dele/dela.
O famoso jargão ─ se você não fizer tal coisa não vai ganhar aquilo que quer, provavelmente desenvolverá um adulto que usará de hipocrisia para obter aquilo que quer, fingindo um tipo de conduta que não lhe é peculiar.

O medo é desculpa rotineira, íntima para atitudes hipócritas; medo de perder o emprego, medo de perder amigos, de perder relacionamentos íntimos, medo do julgamento alheio, medo de tomar partido em situações delicadas, medo de perder o status quo social, profissional etc.
Realmente, a partir do momento que sejamos suficientemente capazes de tirar a máscara estamos expostos a todas as ações “predatórias” daqueles que não aceitam verdades; as punições virão; será preciso muita coragem para enfrentar e o Sistema sabe que poucos, pouquíssimos a tem.

Assim o medo, apesar de ser uma desculpa, não deixa de ter sua razão de ser, para a maioria, não é? Como sermos verdadeiros se só nos cobram/exigem, hipocrisias?
A propaganda usa um grau refinado de  hipocrisia;  ela sabe, muito bem, quanto daquilo que alimentam com seu trabalho, traz riscos de vários tipos para o usuário, Natureza e Planeta; nem as crianças estão sendo poupadas por esse setor que estimula, até subliminarmente, excessos de “quereres” ─ quero aquele sorvete que vi na televisão; quero sanduiche do ... que aparece na televisão; quero isso, quero aquilo, aquilo outro etc., tudo que foi devidamente anunciado de forma magistralmente ─ provocante.

Posso estar muito enganada mas me parece que quanto mais civilizado, mais educado é um animal humano, maior é a tendência ao jogo de cintura ─ hipocrisia; pessoas simples, consideradas mais rudes, pelo sistema, talvez recebam essa “classificação” justamente por serem menos preparadas, menos treinadas no uso de máscaras; se elas são malandras, todos ao seu redor o sabem; se são perigosas, todos ao seu redor o sabem, a comunidade em que vivem, sabe.  É claro que entre elas há os chamados, vulgarmente ─ 171; mas esse tipo existe aos milhares em qualquer escala social e, em praticamente todos os setores religiosos, econômicos, políticos, midiáticos, etc.
Em nosso País, ultimamente, temos centenas de comprovações de hipocrisia; nos tribunais, por exemplo, condenam alguns em midiático julgamento enquanto outros, tão culpados quanto, tem seus processos ardilosa e oportunamente ─ “engavetados”.

Haverá maior hipocrisia do que o voto secreto, abertamente utilizado no Congresso Nacional?
E a hipócrita mídia capitalista/neoliberal torcendo, ardorosamente, contra o País, usando de todas as máscaras que o sr. Mercado ─ patrão inquestionável de todas ─ lhe fornece? Para ela, diariamente, o Brasil está indo de mal a pior, enquanto não tecem comentário algum sobre inúmeros outros países em situação crítica em função de ações que nosso País tenta, desesperadamente, não adotar em plenitude, aqui; daí expressões como intervenção governamental.

A insatisfação dos investidores é sempre motivo de comentários frequentes, justamente por estarem mamando menos, nas tetas, isto em função de regulamentações ainda tímidas, mas não aceitas, por eles. Aí, intervém o Sistema, o sr. Mercado, provocando e/ou instigando turbulências afirmando com isso algo parecido com: ou o governo dança conforme a música proposta por nós ou então, nós mudamos radicalmente a música e o País vai dançar, literalmente.
Bem recentemente, vimos a tremenda hipocrisia de parte da classe médica em relação ao Programa Mais Médicos, opondo-se com garras afiadíssimas aos profissionais cubanos que chegam para ir a lugares que nenhum médico brasileiro, quer. Sabemos o que realmente existe, por trás disso.

E a hipocrisia se alastra, infelizmente, mundialmente; agora, temos novamente a hipocrisia da chamada Intervenção Humanitária ─ que, de humanitária não tem absolutamente nada ─ na Síria. Temos ainda fresca na memória a intervenção no Iraque, amplamente difundida como recurso máximo ao suposto arsenal nuclear que o país, teria. Hoje, todos sabem ─ os que acreditaram ─ que foi “equivoco”, um pequeno erro de análise dos experts; não havia, realmente, questão nuclear citada, comentada, difundida como motivo da invasão ao país. Entretanto, a destruição do Iraque foi real; milhares e milhares de inocentes (supostamente protegidos pela Intervenção Humanitária, originariamente alardeada) morreram, sem nem saber a razão verdadeira.
Não podemos e nem devemos nos esquecer do Afeganistão e Líbia, sempre com a mesma desculpa de resguardar a população civil.

Assim segue o Sistema, no contexto acima ─ primeiro destrói, para beneficiar a indústria bélica e defender interesses vários e depois, vem a fase de reconstrução quando então, outras grandes componentes do Sistema, do sr. Mercado colhem as benesses, da ruina.
É uma pena que com tudo bem claro, ainda há pessoas que acreditam no que diz/comenta o porta-voz oficial do sr. Mercado ─ o Sistema Midiático Capitalista/Neoliberal, que endossou/endossa a maléfica hipocrisia comentada nos parágrafos, acima.

Mesmo com tudo que se descortina, aos nossos olhos, não perco a confiança na Nova Era; não sei quanto tempo ela necessitará para arrancar todas as máscaras ─ inclusive as nossas, de cada dia ─; mas ela está mostrando aqui, ali, acolá que já chegou e, de uma forma ou de outra, por caminhos menos conflituosos ou não, serão desnudadas todas as artimanhas, todas as hipocrisias, sejam elas quais forem e aninhadas, onde quer que estejam.
Acredito nisso, apesar de muitos considerarem visão ─ utópica.  Assim creio, por saber que nada é para sempre; em algum momento, de uma forma ou de outra, as coisas mudam.

Na questão específica, deste post, espero que a mudança seja positiva; que nós, animais humanos passemos a nos enxergar como totalmente responsáveis pelos nossos atos e/ou omissões; é uma forma correta de deixarmos morrer a hipocrisia e invertermos nossa maneira de ser e fazer, em favor da própria vida, da Natureza, do Planeta.
Se não o fizermos, a Vida saberá o que fazer.

Encerramos este, com um pensamento de Einstein, profundamente verdadeiro:
“A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda...

Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir, tudo aquilo que nós lhe oferecemos.” (negritos da autora deste)

 Maria ─ Estrela Lunar Amarela

detectado algum erro, por favor nos informe.

 

 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Respondendo uma questão, pendente



A postagem da semana já estava pronta ─ Estertores da Hipocrisia ─, quando lembrei que fiquei devendo a 2ª resposta às perguntas feitas por Sílvio, via e-mail; a primeira foi respondida no post de 08/07/2013.
Bem, vamos responder neste, então, a segunda pergunta do Sílvio ─ “Sobre Física Quântica, você fez curso?”

Não Sílvio, não fiz curso de Física Quântica, infelizmente. Minha empatia por ela veio de diversas formas, totalmente inesperadas.
Como já comentei em outros artigos, a ciência foi sempre preferencial do que religião, na busca por respostas às dezenas de interrogações que temos, sobre a Vida.

Incursões no pensamentos de grandes filósofos gregos, levou-me a uma ligação maior com Demócrito, considerado o pai do atomismo.
O termo a-tomo que significa ─ não divisível ─ para dizer que esse era o ponto em que a matéria não teria mais divisão ─ consta ter sido cunhado por Demócrito; entretanto muitos consideram que tenha sido Leucipo ─ mestre de Demócrito ─ o verdadeiro criador desse termo. O a-tomo, vigorou como tal desde 400 a.C. até 1891 quando foi proclamado que ele não era indivisível, isto em função da descoberta do elétron. Esse foi o primeiro contato com o que seria altamente marcante, em minha caminhada.

Em sequência, alguns livros lidos atiçaram, ainda mais, minha tendência à ciência ─ O Espírito, este desconhecido de Jean Michel Sharon foi o primeiro deles, em um ano qualquer, da década de 70. Consta que Sharon ganhou Prêmio Nobel de Física mas não encontrei, em lista de ganhadores, seu nome.
Logo após, veio o Ser Humano e a Matéria de Hans Joachim Bogen.

A década de 70 ainda premiou-me com o Tao da Física de Fritjof Capra; maravilhoso livro em razão do qual Fritjof foi, na época, quase “excomungado” da comunidade científica, por ter ousado, segundo ela, fazer um paralelo entre a física moderna e o misticismo oriental.
Depois do livro de Fritjof minha busca por livros com esse contexto mais amplo de mística e ciência, cresceu muito. Não teremos espaço para falar de todos.

Faço um parênteses antes de citar alguns deles para dizer que livros tratando de Albert Einstein ─ cientista e, Einstein ─ humanista, ativista li todos que foram traduzidos para o português, isto em função da incrível ligação que desenvolvi por ele em função de várias citações dele, quanto a algo além do pensamento racional e lógico além, é claro, de suas teorias científicas.
Preciso fazer menção a um livro que surgiu por puro “acaso”, em minha vida. Frequentava em Curitiba, uma livraria – A Pirâmide; certa vez, ao chegar próximo ao balcão notei um livro branco, em espanhol; dei uma folheada e de cara, me interessei; perguntei a razão de estar separado.  Disseram-me que alguém havia encomendado mas pela demora da chegada, havia desistido. Esse livro era ─ El Libro Del Conocimento:  Las Claves de Enoque, todo ele em espanhol. Comprei-o de imediato e o li e reli.

A década de 90 foi altamente auspiciosa; fui encaminhada a vários livros, com destaque para ─ A dança dos mestres Wu Li, de Gary Zukav ─ excelente, para quem quiser começar a entender conceitos quânticos. Outros vieram, como por exemplo ─ O homem e os imponderáveis de André Guerét e PierreOudinot, uma junção de ciência moderna e ciência oculta; Diálogos com cientistas e sábios de Renée Weber, diálogos esses que incluíam David Bohn, Stephen Hawking, Rupert Sheldrake, Lama Anakarika Govinda, Dalai Lama, Ilya Prigogine.  
A Totalidade e a Ordem Implicada, de David Bohn, é outro importante livro.

Entretanto, o que mais me fascinou e através do qual pude compreender muito melhor conceituações quânticas, já no final da década de 90 foi ─ A Mente Nova do Rei de Roger Penrose.

Sabe Sílvio, tenho certeza de que precisei avançar até onde foi possível, na Física Quântica─ além de inúmeras experiências pessoais ─ como uma forma de preparação ao que aconteceu comigo em 21/09/1996, narrado no livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios; talvez, se não estivesse preparada, o sistema de decodificação da estrutura mental não teria tido condições de “receber” as informações e “decodificá-las”; talvez elas tivessem se perdido num emaranhado enorme de suposições; não foi o que aconteceu. Creio, sinceramente, que os livros acima citados ─ além de muitos outros abordando mística em diversos níveis ─ foram profundamente importantes na criação de sinapses favorecendo a “captação”/decodificação em linguagem humana, do que aconteceu em 21/09/1996.
A partir de 2000, uma profusão de livros tratando de Física Quântica de forma mais compreensível a leigos, como eu, chegaram. Entre eles destaco:  livros de Amit Goswami citando dele, apenas o mais conhecido ─ A Física da alma; James Gardner e Gregg Braden, também devem ser mencionados; o primeiro, mais especificamente em função de ─ O Universo Inteligente e Gregg, pelo ─ Efeito Isaías.

Com o que expus, em resposta a sua pergunta, você pode perceber que neste caminho terreno estava, digamos assim, marcado esse encontro entre a F.Q. e eu; assim sendo, foi extremamente fácil compreender as conexões dela com tudo que nos confere existência, bem como com tudo o que existe aqui e em todos os planos de vida que creio, muitos.
Sílvio, não estudei F.Q. da forma como sua pergunta sugeriu; claro que precisei buscar saber um pouco das formulações matemáticas e lógicas dela, mas apenas para captar melhor o desenvolvimento do que é basicamente denominado ─ mecânica quântica; isto levou-me à interpretação de Copenhague carimbada por Niels Bohr e Heisenberg ─ interpretação essa, ainda em discussão ─ e, para a Interpretação de Muitos Mundos (IMM)  que a mim, agrada muito, não apenas pela sua denominação e sim, pelas suas 2 ideias chaves. Entretanto, o entendimento da essência da Física Quântica é algo que computo como ─ intrínseco; tenho com ela uma profunda ligação até mesmo porque ela está impregnada em nós e em tudo que existe afinal, átomos e partículas subatômicas são tidos como os constituintes universais. Dessa forma o animal humano pode ter certeza que sua constituição é totalmente formada por esses entes quânticos que existem desde sempre e que continuarão, após desconexão com a matéria que compõe nossa estrutura quântica ─ corpo físico ─ por eles mesmos constituída/mantida.

Muitas outras coisas pertinentes, ainda poderiam ser ditas; entretanto, espero ter respondido, da melhor forma possível.
Maria-Estrela Lunar Amarela

qualquer erro, por favor, nos informe.

Livros disponibilizados para download:
EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios

EgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas

EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas


 

 

 

 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

UM ASSUNTO NO MÍNIMO, DELICADO


Senti que depois do post anterior precisaria falar um pouco, de Jesus.

Terá que ser por partes.

A convivência com religião instituída, via colégios em que estudei, quase me fez perder conexões espirituais importantes; entretanto, fez-me o grande favor ao me encaminhar ─ indiretamente, é claro ─ ao Místico e ao Científico.

Jesus, nesse contexto inicial, era algo profundamente nebuloso; algo que me atraia mas receava conhecer sua história ─ via canal mais conhecido ─ justamente por temer total descrédito já ocorrido em leituras bíblicas nos colégios e, que me trouxeram vários problemas, relatados nos livros escritos.
Em um dos anos da década de 80, um grande amigo e, quase um xamã ─ cujo nome verdadeiro só eu e mais duas pessoas conheciam ─ disse-me que deveria ler o Novo Testamento, 3 vezes seguidas; disse-me ele que, após essa leitura, com certeza saberia quem foi e o que representou o Ser chamado ─ Jesus.

Fiz o que sugeriu pois conhecia seus pensamento e sabia de sua “estranha” vivência no campo esotérico; ao fazer a leitura, senti como que um “filtro” me permitisse ter certeza do que o homem Jesus falou e daquilo que foi “adicionado” indevida e propositalmente, às suas palavras.
A resultante dessa leitura consta do Espaço 12 da Parte 2 do livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios.

Percebi, após essa leitura, o quanto a maioria das pessoas faz, ao meu ver, uma leitura errada de Jesus e de Cristo. Jesus é o nome que nos foi dado a conhecer, de um homem com aspectos diferenciados do animal humano, comum.  Tinha poderes até pouco tempo conhecidos como ─ paranormais. Era rebelde, em relação às causas sociais. Essa junção de atributos fez dele um inimigo do império romano; se foi ou não, crucificado, em função disso, não temos como saber.
Pelos poderes que tinha, implantou/disseminou no Planeta Terra um Campo Energético diferenciado denominado ─ ESTADO CRÍSTICO ou ENERGIA CRÍSTICA.

Assim, quando se ouve alguém falar de Cristo, como uma pessoa, há um grande erro; Cristo é um Estado Energético que pode ser alcançado por qualquer animal humano com disposição supra-humana, para tal.
O mesmo ocorre com Gautama e Buda. Gautama também foi um ser especial, humanamente diferenciado que disseminou, no Planeta Terra, o Campo Energético do Estado de Buda; quando nos referimos a BUDA, estamos fazendo menção ao Estado de Buda e não, propriamente, a Gautama.

Tanto o Estado Crístico quanto o Estado Búdico, são Estados Energéticos dimensionais de elevadíssimas frequências. São duas Linguagens de LUZ oriundas diretamente da Fonte MaiorENERGIA.
Creio que muitos outros seres de Luz já caminharam por este Planeta; com certeza, hoje, outros estejam caminhando solitariamente, silenciosamente, anonimamente espalhando aqui, ali, acolá ─ Raios de LUZ.

A segunda situação referente a Jesus, surgiu quando da “captação” acontecida em 21 de setembro de 1996, cuja 2ª parte consta do post imediatamente anterior a este.
Nessa mesma “captação”, a 1ª parte foi toda relacionada à ENERGIA; entretanto, também nessa parte houve referência à mesma questão envolvendo Jesus. Tomo a liberdade de colocar essa parte, na íntegra, tal qual consta do livro já citado.

“P.25 Estranho, lembro algo, agora, que está também aqui no ESPAÇO ─ a Imagem do Monte Tabor, quando Jesus, O Cristo tornou-se inteiramente iluminado; essa foi a visão incrustada no ser humano e pela qual o ser humano busca; Ele conseguiu mostrar ─ pela força mental, pelo poder psíquico, pelo poder de transfiguração ─, esse Corpo de Luz, O Corpo de Luz.
Essa Imagem definida no Monte Tabor ─ TRANSFIGURAÇÃO ─, é a Imagem que deveria ter ficado; foi escolhida a Imagem de Jesus Crucificado; mas a Imagem para ter ficado é aquela do Monte Tabor; ela teria diferenciado totalmente as conexões dos seres humanos.

É necessário que a Imagem de Jesus Crucificado ─ essa imagem dolorida, sofrida, pesada, seja trocada; as pessoas e as religiões cristãs que têm como símbolo essa imagem devem guardá-la; e já que o ser humano ainda precisa de uma imagem, algo semelhante a do Monte Tabor deverá ser colocada em lugar da Imagem de Jesus Crucificado, em todos os lugares e URGENTEMENTE.

P. 26 Inclusão : convém lembrar o que foi dito na Transfiguração, em Lucas, Mateus e Marcos. Lembremos Mateus 17,1-2
─ “Seis dias depois, Jesus tomou consigo a Pedro, Tiago e seu irmão João, e os levou a um lugar à parte, sobre um alto monte. Transfigurou-se diante deles:   seu rosto brilhava como o sol e sua roupa tornou-se branca como a luz.”

Agora, vejam as seguintes definições de:
Figura:   forma exterior, representação;

Figuração:   ato de figurar; figura.
Assim, Transfiguração pressupõe algo além da figuração, que transcende, que ultrapassa a figura. Assim, creio eu, a TRANSFIGURAÇÃO mostra que a figura humana, portanto, sua forma exterior é apenas algo que assim o é, porque não conseguimos ver aquilo que é Real, ou seja, o Corpo de Luz; esta, creio eu, não é uma questão religiosa; é uma questão científica.”

Observação: P.26 Inclusão, foram pensamentos adicionados, por mim, após audição da fita onde toda a parte 3 do livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios, referente ao “captado” está gravada.
Confesso que as duas referências feitas, sobre a mesma questão, trouxe-me grande preocupação. Lembrei, de forma espontânea, das diversas vezes que vi crianças, de tenra idade virarem o rosto, para a imagem de Jesus Crucificado ou cerrarem as sobrancelhas, naquela atitude de quando não gostam de algo.

Busquei informações da razão dessa escolha; também isso está narrado no EgoCiência e SerCiência ─ Versus algumas questões humanas, no ESPAÇO 9 ─ Sagrado vs. Religião.
Sob minha ótica, realmente essa imagem escolhida como representação maior da religião cristã, deve ter causado ─ quanticamente falando ─ conexões profundas com o sofrimento, com a culpa, com a dor, com a tristeza. Sabemos hoje, de forma científica, o quanto é forte uma imagem, o quanto ela pode fomentar ─ mais do que as próprias palavras ─ estados mentais, diferenciados. Essa imagem não incorporou, em si, o que José Arqüelles definiu como:  o princípio da ressonância harmônica.

Considero, sinceramente, que o homem Jesus teve menos sorte com seus seguidores, com aqueles que instituíram religião, em seu nome, do que Gautama. Aliás, quase todas as chamadas religiões orientais têm mensagens, imagens, cânticos que conferem um estado de ânimo, totalmente diferenciado, mais positivo sem valorizar, ao extremo, o sofrimento, como o fez a religião instituída em nome de Jesus.
Será que a Nova Era em que estamos adentrando, não seria própria para retirarmos Jesus da cruz? Por mais que saibamos de toda a simbologia, da cruz, um corpo crucificado não adiciona simbolismo maior e/ou melhor, a ela; muito pelo contrário.

Sei o quanto esse assunto é delicado e, da seriedade com que deve ser tratado; entretanto, mais uma vez, por uma questão de Consciência, precisei abordá-lo.
O assunto é delicado, pois a maioria de nós, animais humanos, ainda traz resquícios de tantas outras épocas em que questionar o status quo ─ neste caso específico, o religioso ─ era, no mínimo, considerado pecado. Ainda hoje temos pessoas com dificuldades imensas de tais questionamentos.

A seriedade com que o assunto deve ser tratado é, a meu ver, muitos mais por consideração àqueles que ainda não conseguem buscar verdades em seu interior e se curvam perante esta ou àquela religião instituída aceitando, sem o menor questionamento, tudo que lhes é dito.

Maria─ Estrela Lunar Amarela

algum erro detectado, por favor, nos informe.
Livros disponibilizados para download:

EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios
http://pt.scribd.com/doc/66202227/egociencia-livro01-110417160819-phpapp02

EgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas
http://pt.scribd.com/doc/77816149/egociencia-livro02-02

EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas
http://pt.scribd.com/doc/90894043/EgoCiencia-e-SerCiencia-versus-Algumas-questoes-humanas

 

 

sábado, 27 de julho de 2013

POR UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA


O título deste diz, exatamente, a razão desta postagem.
Há muito que penso em colocar no blog, uma das partes do livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios.
Resolvi fazê-lo por uma questão de consciência. Mesmo o livro estando disponibilizado para download, considerei oportuno e necessário fazê-lo, através deste.

Em 21 de setembro de 1996, após passar o dia bastante inquieta, ao cair da noite algo fez com que me recolhesse ao quarto, levando comigo o velho e grande amigo ─ o gravador.
Passado algum tempo, algo me fez acionar a tecla de gravação e daí para a frente, aconteceu o que denominei de “captação”; ela veio em 2 partes. A primeira, de cunho científico, toda ela voltada à ENERGIA, parte essa que, por insistência de alguns amigos, mandei diretamente para Fritjof Capra ─ uma amiga, professora de inglês e, na época, cursando Física, fez a versão de carta e do conteúdo.  Cerca de um mês depois, recebi de Capra uma carta muito gentil, em resposta.

A segunda parte é esta que será vista neste blog, hoje. Dezenas de cópias foram feitas e mandadas para conhecimento para diversas entidades, jornais, revistas; nenhuma delas deu qualquer retorno.
Abaixo, segue então, a 2ª parte da “captação”, tal qual consta do livro anteriormente citado.

 “PRIORIDADE  1 ─ OBJETIVO MUNDIAL” Adendo ao EgoCiêcia e SerCiência ─ Parte 3   

INTRODUÇÃO

 Não há muito mais a dizer, além do que será exposto no “Prioridade 1-Objetivo Mundial”.

Só posso lhes dizer, lhes afirmar que a “visão” de tudo que se seguirá, foi algo profundamente marcante; impossível descrever o quanto!
Na verdade, só há uma coisa a ser dita, ainda:   que as pessoas, sejam elas ditas “do povo”, sejam elas membros de governo, sejam elas ligadas a qualquer credo, sejam elas ligadas à ciência, sejam elas ligadas à imprensa não ignorem o que está informado no “Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial”, pois se assim for feito, é prova mais que suficiente que não existe resquício algum de Amor, de Responsabilidade e Discernimento sobre a face da Terra, entre os humanos, é claro, e assim, não há por que a Humanidade se preocupar com ela mesma e com este imenso e maravilhoso ÚTERO ENERGÉTICO que é o Planeta Terra.

Não está nas mãos de uma só pessoa, ou de um grupo, aceitar esse Objetivo Mundial descrito no “Prioridade 1” ------ A HUMANIDADE É RESPONSÁVEL, AGORA, MAIS DO QUE NUNCA, PELO SEU PRÓPRIO FUTURO.
Isto não é uma ameaça; é uma CONSTATAÇÃO! 

Cada um de nós, seres humanos, tem em pequenino alguém cujo futuro é nossa responsabilidade.
Esse alguém pode estar ainda no útero, pode estar no berço, na escola ou até mesmo, na rua, ao desamparo, e nenhum poder de decisão tem, com relação ao futuro.

Nós, adultos, é que precisamos urgentemente tirar a venda de nossos olhos e enxergar o que precisa ser feito para que esse alguém que amamos ou conhecemos, apenas, tenha um futuro melhor, tenha realmente futuro de Vida, neste Planeta Terra.

P. 1 Agora vem o ponto que chamaria crítico, muito crítico, pois após a “caminhada”, após a “viagem”, do pequenino ponto de luz, houve como que um “estacionar”; sentia-me ainda envolvida naquela atmosfera anterior, mas a SENSAÇÃO “parou” e me vi, literalmente me vi parada frente a algo como se fosse um enorme Painel de Controle, só que totalmente diferente de qualquer painel de controle que se possa conhecer ou imaginar. 
Esse Painel era total; ele era todo o ESPAÇO e estranhamente, era como se eu estivesse dentro do Painel e estivesse “olhando” para mim; na verdade, era como se eu e o Painel fossemos uma só e mesma coisa e estivéssemos olhando para alguém fora de nós, no caso ─ eu mesma. Isto é profundamente difícil de explicar.

P. 2  Nesse Painel, imagens como que holográficas  ─não seria bem isso, mas é o mais próximo que posso dizer ─, surgiram e todas relativas ao “SISTEMA PLANETA TERRA”; era assim que o Painel “identificava” as imagens. Nesse ponto, tudo que eu “via” eu também “ouvia”; não era daquela forma anterior de SENSAÇÃO; era captação normal, da forma como qualquer um de nós vê ou ouve, até mesmo racional e logicamente. A única diferença é que o que eu via, via de forma total, ou seja, toda a minha estrutura cerebral via, não apenas meus olhos; o mesmo ocorria com aquilo que ouvia, pois essa audição era inteira em mim.
Enfim, para melhorar a condição de entendimento, a linguagem usada era a comum de nossas palavras e símbolos conhecidos; o que eu via eram coisas que nós conhecemos, que faz parte do dia a dia; só a forma de captação era diferente, era como que “ ressonante ”; era como se eu estivesse “dentro” daquilo que ouvia e “dentro” daquilo que via.

P. 3 E nesse Painel, as imagens que se seguiam eram acompanhadas de um jogo de palavras:   “PRIORIDADE 1 ─ OBJETIVO MUNDIAL”, tudo relacionado, torno a dizer, ao Sistema Planeta Terra. 
P. 4 Deste ponto para frente, vou narrar exatamente o que vi nesse Painel, obedecendo a sequência exata dos quadros, das imagens. O texto todo que se seguirá confere, quase que na íntegra, com o que está na fita gravada, através da qual registrei a “visão” da terceira parte do então Ensaios sobre a Não Matéria e o “Prioridade 1 - Objetivo Mundial”. Assim, estará também, em itálico, como foi feito com a 3ª Parte.

Algo relacionado ao “passado” da Humanidade surge em meio a uma luz opaca, bem opaca, tendendo ao obscurecimento total; a sequência de imagens mostra que houve a possibilidade da Humanidade ter sido re-conectada, através de seus órgãos de sentido, ao Grande Projeto Universal; isso teria ocorrido através de uma “despressurização” do ambiente e do Centro Nuclear de cada ser humano, permitindo que o ser humano compreendesse a linguagem da Natureza do Planeta Terra e retornasse a um convívio de equilíbrio, de respeito com a Natureza como um todo. Captei que seria um retorno, pois o ser humano em épocas muito, muito remotas vivia com a Natureza; além disso, seres humanos de eras passadas tinham o conhecimento natural─ intuitivo ─, de recursos mentais que lhes permitiam realizar coisas que hoje consideraríamos totalmente impossíveis. Porém, logo nos primeiros séculos d.C., principalmente, uma situação irregular permitiu e desencadeou uma avalanche de pensamentos desconexos, no ser humano, e essa “onda” tomou proporções imensas e de uma certa forma atingiu quase que a totalidade das mentes humanas, direta ou indiretamente. E exatamente aqui vem uma imagem de impacto:   Jesus, O Cristo foi o ser humano determinado e programado para receber, como recebeu, a ENERGIA de Nível Crístico ou supra-humana, e para trazer a “mensagem” de Reconciliação com o TODO, e a Imagem que Ele deixou no Planeta para que através dela pudesse haver a reconexão energética, é a Imagem do Monte Tabor, porém, a imagem que foi difundida foi outra, totalmente oposta, e tempo virá em que saberemos por que  isso ocorreu. Essa Imagem do Monte Tabor está “orbitando” em todo campo energético do Planeta Terra e vez ou outra é “captada” por pessoas que ficam apenas na impressão de terem tido uma “visão”, que não sabem identificar, pois ela é apenas de Luz.
Enquanto permanece ressoando em mim o “Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial”, essa imagem, esse quadro vai se desvanecendo, tornando-se apagado, e vem surgindo um outro quadro que “PULSA” entre o opaco e o claro, dando a nítida impressão de um Sistema de Alarme; algo está sendo sinalizado; e ao mesmo tempo que essa imagem “holográfica” oscila entre o opaco e o claro, imagens de corpos humanos também oscilam entre o opaco e o claro, e depois, quase que numa visão total mas na qual todas as partes são vistas individualmente, tudo no Planeta oscila entre o opaco e o claro.

Neste ponto, intensifica-se o Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial e algo acontece:   quando essa imagem global do Planeta Terra e seres nele viventes, tomam a cor opaca, aparecem os seres viventes, desde plantas, animais, até o ser humano sendo exterminados de maneira lenta e profundamente angustiante, pois os recursos naturais, a comida, tornam-se, pouco a pouco impróprios para uso, sejam produtos agrícolas, sejam produtos de origem animal, peixes, a própria água e por último o ar.    
É uma imagem, é um quadro extremamente duro, muito difícil de ver; triste, angustiante.

Assim que essa imagem torna-se totalmente opaca, e nada mais é visto, volta a imagem de cor clara, a imagem da luz; e veio nítida, e enquanto torna-se mais forte o “Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial”, aparecem as ruas das cidades totalmente vazias de carros; milhares e milhares de pessoas, pelo mundo inteiro, caminham a pé, porém, seus corpos tornam-se cada vez menos opacos. Enormes áreas, campos imensos com milhares de árvores frutíferas espalhadas por todo globo terrestre; as cidades também, cobertas de árvores frutíferas ─ praças, ruas com milhares delas. Castanheira, a castanheira é muito presente, e durante o tempo de crescimento da Castanheira, antes dela dar fruto poucas crianças nascem; depois, quando as Castanheiras estão cobertas de frutos, as crianças também começam a nascer.

Um dos pontos de maior saliência é a interrupção do abate de animais ─ gado, porco, aves; apesar da imagem ser de difícil compreensão, observa-se que essas áreas onde hoje é feita a criação ou confinamento de animais de corte, é uma área escura, pesada, de cor ocre; parece mistura de terra e sangue. Nessas áreas, parece que a ENERGIA SOL, que é diferente da Energia do Sol, não consegue espaço molecular para penetrar, tamanha a densidade magnética dessas áreas, pois os animais sofrem e além do mais somatizam, por serem mais naturais, a situação totalmente irregular de Vida no Planeta.
Mas essas áreas, na imagem clara, são permutadas para plantio de árvores frutíferas e também para plantio de soja, trigo e centeio, e a situação energética vai se alterando, recompondo o campo energético de forma total.

Outro ponto difícil de perceber é o que diz respeito ao que resta das florestas do Planeta; aqui, a imagem torna-se mais intensa e pormenorizada; percebo os aglomerados de árvores ─ as florestas ─, porém, percebo no mesmo quadro, os espectros que provavelmente são das árvores abatidas; percebo a imensidão das áreas; como eram imensas e a que ficaram reduzidas. Só que, esses espectros de árvores, grande parte, começam a ressurgir como brotos de árvores, como se tivessem sido recém-plantadas, só que espalhadas por todas as cidades do Planeta. É uma imagem muito bonita, e a ideia que envolve essa percepção é REFLORESTAMENTO!
Percebo agora, em meio às imagens que vão se alternando, entre o opaco e o claro, a razão do “Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial”. É que todas as pessoas, o campo energético de todas as pessoas está envolto em um OBJETIVO ÚNICO: SALVAR A VIDA, RECUPERANDO O PLANETA TERRA.  É exatamente isso que ressoa em todas as imagens que surgem nesse grande Painel de Controle ─ a Humanidade finalmente encontra um Objetivo Mundial que UNE, que aproxima todos os seres humanos. Aparece, em meio a essas imagens positivas do Planeta, que podem ser positivas, os carros parados, os grandes centros sem crescimento e alguns até como que diminuídos; as árvores, milhares delas plantadas, assim como soja, trigo, centeio e a Castanheira, pois serão a base da alimentação mundial, e precisam estar disponíveis a todos, principalmente as árvores frutíferas.

Aparece, em meio a todo esse quadro, uma data de início para aquilo que ressoa como sendo ─ ALTERNATIVA, O PRIORIDADE 1 ─OBJETIVO MUNDIAL -; e essa data é ─ 2000 ─ claramente informada  ------- 2000 ------------ Dois Mil.

E isso que ressoa como ALTERNATIVA, O PRIORIDADE 1 - OBJETIVO MUNDIAL, informa: SE A HUMANIDADE NÃO ACEITAR O OBJETIVO ÚNICO, ELA IRÁ COMEÇAR UMA FASE DE GRANDES SOFRIMENTOS QUE CHEGARÃO AO MÁXIMO EM  2025, pois a cor ocre ─ a cor ocre demonstra doença ─, paira sobre os animais de corte, dizendo que eles estão doentes e vão se tornar mais doentes, se continuar a criação e confinamento para abate, e vão passar doenças para a carne e na própria respiração; e a cor ocre vai mais além:   hoje animais, amanhã plantas e depois o ar; a cor ocre vai se espalhar nessa ordem , e a cor opaca, à medida que vai se acentuando, significa morte.
Só há essa “ALTERNATIVA DE LUZ”, O “PRIORIDADE 1 ─ OBJETIVO MUNDIAL” -------- não há carros nas ruas, não há carros circulando nas cidades, nos grandes centros; as pessoas estão a pé e estão bem, tornando-se menos opacas; e as árvores estão crescendo, a Castanheira está crescendo; campos cheios de árvores frutíferas, de soja, de trigo, de centeio e, os rios ficando limpos e os mares também.

E vem, tomando a totalidade do Painel de Controle, onde “pulsa” a imagem “holográfica” do Planeta, a Imagem transmitida através da TRANSFIGURAÇÃO, substituindo, em todos os lugares a Imagem de Jesus Crucificado; esta desaparece e aquela toma o seu lugar em todo o seu esplendor ─ é uma Imagem onde os traços do rosto são apenas delineados; o corpo é delineado e preenchido totalmente de luz, e o rosto com uma luz mais atraente, mais acentuada ─ a Imagem toda é LUZ e nada lembra religião e sim ----- ENERGIZAÇÃO!”
Aqui se encerra o que foi “captado”. O que segue, abaixo, é um posicionamento particular.

Gostaria, ainda antes de encerrar esta Parte 3 e seu adendo, o “Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial”, dizer que a imagem “vista” da Transfiguração de Jesus, não tem nenhuma conotação religiosa.
Para mim, particularmente, é importante salientar esse ponto, pois em hipótese alguma gostaria que o que foi visto, em relação à imagem de Luz, nas duas “visões” anteriores, fosse considerado como um possível devaneio de uma pessoa “doentiamente religiosa”, e sim, como uma constatação de dois pontos de extrema importância para aqueles que seguem esta ou aquela religião instituída e que tem, na figura de Jesus de Nazaré (como foi denominado) a máxima representatividade. Esses pontos são:
1 ─ o que informa que a imagem de Jesus Crucificado foi indevidamente “escolhida” para representá-lo;
2 ─ o que informa sobre a demonstração feita do Corpo de Luz, quando do episódio da Transfiguração, dando a conhecer a verdadeira constituição quântica de todos os seres e que essa constituição, por ser o que é, não se extingue. 

 Creio que os dois pontos vistos acima, podem e devem ser analisados sob a ótica científica; o primeiro pela ressonância que tal imagem pode ter ─ e tem ─ no contexto mental/psicológico; o segundo, por considerar que nossa constituição quântica, vez ou outra, pode ser observada sob efeito de uma ampliação de nossa Percepção Extrassensorial.

Maria do Rocio Macedo Moraes
 Maria-Estrela Lunar Amarela

Livros disponibilizados para download:
EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios
http://pt.scribd.com/doc/66202227/egociencia-livro01-110417160819-phpapp02

EgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas
http://pt.scribd.com/doc/77816149/egociencia-livro02-02

EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas
http://pt.scribd.com/doc/90894043/EgoCiencia-e-SerCiencia-versus-Algumas-questoes-humanas

 

 

sábado, 13 de julho de 2013

PRECISO QUE SEJAM, SINCEROS!



Este post seria para dar continuidade às respostas ao Sílvio, falando um pouco de Física Quântica.

Entretanto, via face, houve entre mim e um dos componentes de minha lista de amigos, um certo atrito de opiniões que, em meu entender, é extremamente salutar desde que se resguarde, certa dinâmica positiva, em relação a ele.

Resolvi postar a mensagem dele, sem identificá-lo tendo certeza de que não incorro em nenhum erro.
O motivo de tê-lo feito, é simples.

Como comentei em outro post, quando se está dentro de uma situação não se tem, na maioria das vezes, visão clara, da mesma.
Assim sendo, e mediante o que vai ser lido abaixo gostaria, sinceramente, que os que costumam ler as postagens confirmem ou não se devo preocupar-me com a parte em negrito; é preocupante, para mim, essa opinião pois, apesar de sempre dizer que escrevo movida por um imenso interesse em me comunicar é intenção verdadeira que isso seja feito, da melhor maneira possível, dentro de todas as minhas, limitações.

Não postulo, a mim, o rótulo de escritora; há uma enorme diferença entre simplesmente escrever e ser um escritor; este tem muito mais obrigação de ser impecável em seu estilo e composição; muitos deles, inclusive, contam com o olhar crítico, do revisor de texto, que tem por missão acomodar tudo o que foi escrito, de forma linguisticamente correta, não esquecendo que a linguística abrange, praticamente, todos os aspectos referentes a uma determinada língua gramática, sintaxe, etc..
A parte colocada em negrito, causou-me preocupação real e, é ela a razão da pergunta que deixarei, ao final deste.

Já respondi a esse comentário esquecendo, entretanto, de considerar 2 pontos.
Quando usei aspas, não o fiz pejorativamente; usei-a em conformidade com regras gramaticais que nos indicam a utilização, delas, ao se mencionar algo dito/afirmado, por outra pessoa. Assim, ele cometeu um pequeno engano em sua “ácida” resposta.

O outro ponto foi seu julgamento feito por pura ilação; ao lhe dizer de minha tendência à rebeldia, achou-se no direito de julgar-me como comunista, salientando ser nas palavras dele “uma espécie de cúmplice de todos os regimes comunistas da história”.
Julgar por ilação, deve ter sido uma lição que ele aprendeu do Ministro do Supremo Tribunal que praticamente tornou-o legítimo, em julgamentos

Desconsidero, esse tipo de julgamento; é um julgamento baseado apenas em inferência que é uma operação exclusivamente intelectual, portanto, dependente da “vontade” do intelecto, do julgador.
Tendo focado esses dois pontos, vamos à mensagem.

 : "Maria: talvez minha resposta seja muito ácida e, de antemão, peço que releve o como escrevo e se apegue ao "que". Fui atrás do seu blog para ler seu post mencionado. Notei, como em todas as vezes que você escreve, que seu domínio da língua portuguesa escrita é deficitário. Alguns trechos, várias vezes, não são inteligíveis por falta de exatidão na forma. Disso resulta que seu estudo pouco frequentou a linguagem. Para quem se propõe escrever e debater publicamente, sugiro cuidar urgentemente disso, pois para debater é preciso ceto nível de domínio dos termos e meios de expressão destes mesmos termos. Em segundo lugar, as aspas sobre meu catolicismo são desnecessárias: cite-o naturalmente, sem recorrer ao velho e surrado recurso. Aliás, mesmo não sendo católica, sendo rebelde demais como você disse, poderia ainda manter o respeito à personagem histórica que a Igreja é e reconhecer a dívida cultural que temos com ela. Seria apenas uma questão de honestidade intelectual da sua parte. Já sobre o conservadorismo, bem, eu não posso discuti-lo com você. Você não é filiada a partido político algum, mas deixa bem clara sua perspectiva revolucionária, tornando-se assim uma espécie de cúmplice de todos os regimes comunistas da história o que, a meu ver, impossibilita um debate sério. Sua leitura é a da 68 e eu ficarei no mesmo lugar onde estou, sem qualquer intenção de tirá-la disso. Na minha visão, seu problema não é intelectual, mas antropológico. Se o homem é o que Marx disse que é ... bem, só posso desejar a você boa sorte. Esperamos que não haja inferno então. Abraço."

Mediante o acima peço, com sinceridade, resposta à questão: devo preocupar-me com o que consta da parte salientada, por mim, em negrito?  A resposta pode ser apenas um Sim ou um Não, para facilitar a quem não quiser dar maiores detalhes.

Agradeço, de antemão.

Maria-Estrela Lunar Amarela

  algum erro detectado, por favor, nos informe.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

RESPONDENDO UM QUESTIONAMENTO, IMPORTANTE



Recebi, dias atrás, um e-mail de Sílvio que se identificou como leitor esporádico, deste blog.

Na mensagem, ele comenta que sempre cito os termos – Visão Holística e Pensamento Holístico os quais, segundo ele, tem conhecimento via pesquisas. Também mencionou outro de meus assuntos prediletos ─ Física Quântica

Sua pergunta direta foi “... como você desenvolveu, se é que desenvolveu, a ambos e o que pode esclarecer sobre isso?” “Sobre a Física Quântica, você fez curso?”
Avisei-lhe que tentaria responder, através do blog, pois talvez outras pessoas poderiam interessar-se, também.

Neste, vamos abordar a primeira questão proposta; a segunda, ficará para outro.
Bem, as bases do que muito pra frente foi denominado primeiro de Holismo, foi encontrado, por estudiosos, na citação de Aristóteles ─ em sua obra Metafísica ─: “O todo é maior do que a simples soma de suas partes”.

Em 1926, em seu livro intitulado ─ Holism and Evolution ─, Jan Smuts, que foi um estadista africano ─ sem nenhum comprometimento com qualquer área do conhecimento que pudesse tê-lo incentivado, a tal ─ criou o termo/conceituação de Holismo, que bem mais tarde seria ampliado para ─ Visão Holística e Pensamento Holístico.
Todos esses termos, além de muitos outros, dessa área, são “derivativos” da palavra grega holos que significa ─ inteiro ou tudo.

Agora, vamos tentar responder a pergunta feita pelo Sílvio; uma pequena estória, será o começo.
Quando trabalhava na Embratel (1978/1984), tínhamos um excelente grupo de discussões estas, sempre motivadas pela leitura de uma revista, de circulação interna, com temas muito abrangentes. Numa de suas publicações, veio o resultado parcial de uma pesquisa, em andamento, sobre a diferença de visão, dos orientais em comparação com os ocidentais.

Para resumir o que analisamos, na época, vou usar de uma abordagem, bem prática.
Digamos que um oriental entre na sala de uma casa, ainda desconhecida, por ele; ao entrar na sala ele “verá” o todo, da sala, justamente por ser esse o seu software, visual. Depois, é claro, começará, provavelmente, a observar detalhes; mas a totalidade do ambiente já estará devidamente registrado, em seu campo mental.

O ocidental, ao entrar nessa mesma sala, será visualmente motivado, por algum dos elementos que compõe esse ambiente; depois por outro, mais outro. É assim que o software visual, do ocidental é, genericamente programado. Claro que haverá exceções tanto em orientais como em ocidentais nesse quesito, específico ─ software visual.
Ao final do artigo, a pesquisa havia definido o tipo de visão do oriental como ─ holístico.

Motivados por essa questão, resolvemos “treinar” nossa forma de “ver”, forçando-nos a “ver” a totalidade de um ambiente. Não foi fácil e o resultado, claro, não foi o esperado; mas as sinapses do entendimento da conceituação, já tinham sido, formadas.
Nessa mesma época, em um encontro muito rápido, com meu pai terreno que foi, entre outras coisas, um grande matemático, sugeriu-me estudar alguma língua oriental pois, segundo ele, isso permitiria uma complementação muito importante, da estrutura mental, Meu pai foi autodidata, nesse estudo.

 Contei essa conversa a meus amigos, do grupo; alguns deles resolveram seguir o que meu pai tinha falado; eu, não. Entretanto, arquivei essa informação pois ela, de certa forma, vinha ao encontro do que tínhamos, visto.
Em 1986, com o advento, no Brasil, do livro de Fritjof Capra ─ O Ponto de Mutação ─, ficou definitivamente comprovado, para mim, que as discussões sobre o pensamento oriental e ocidental e o entendimento de ─ holístico ─, contribuíram para abertura dos canais de entendimento para tudo que foi exposto, magnificamente, no livro em questão.

Já em seu primeiro capítulo ─ A inversão da situação ─ Capra finaliza-o dizendo: “Os cientistas não terão por que relutar em adotar uma estrutura holística, como frequentemente o fazem hoje em dia, por temor de serem anticientíficos. A física moderna pode mostrar-lhes que tal estrutura não é só científica, mas está em acordo com as mais avançadas teorias científicas sobre a realidade física.”
A leitura do Ponto de Mutação, mais especificamente, trouxe-me a certeza, absoluta, de que tudo está em dinâmica inter-relação, com tudo; não há nada avulso, solitário, desconectado. Nada, absolutamente nada o é, por si mesmo; até mesmo os fatos sociais têm conexão; para conhecê-las, basta pesquisar/analisar.

É isso que evidencio sempre, ao falar de Visão Holística; não devemos nos “fechar” em um único ponto de vista; mesmo que adotemos um, para nós, o embasamento dele precisa, a meu ver, estar em perfeita conexão com todos os pontos que o “criaram” e em constante “reciclagem”, justamente pela vastidão, do que existe e, do pouco que sabemos; o que hoje é, amanhã já não o será ─ terá sido complementado, modificado, atualizado ou, até mesmo, refutado.
A chamada Visão Holística e o Pensamento Holístico, nos auxiliam na incrível aventura do entendimento da ─ diversificação. Não sei dizer qual deles detona, o outro; para mim, entretanto, creio que o entendimento, do primeiro levou-me, automaticamente, ao segundo.

É claro que tanto um quanto o outro, pode nos trazer certos problemas; quem, como eu ─ por exemplo ─ tenta escrever, faz-se necessário um esforço enorme para “empacotar” certos assuntos pois as inter-relações de tudo com tudo, se faz presente, até na utilização de uma simples, palavra.
Entretanto, as vantagens, de certo trabalho, com ambos, são imensas; particularmente, a que mais me agrada é a seletividade de informação ─ não é qualquer coisa que penetra com facilidade, em meu campo mental; não é uma mensagem, uma manchete de jornal ou revista, um comentário qualquer, que tem livre acesso sem antes ser bastante, pesquisado/analisado ─ olhado na totalidade que me é permitida, pois o conhecimento sobre este ou aquele assunto, não é nunca, abrangente.

A Visão Holística é tão fantástica que ela chega quase a confundir-se, com nossa intuição; ou talvez, melhor dizendo, nossa intuição nos leva, automaticamente à Visão Holística quando, principalmente, detectamos no tom da fala, nas expressões faciais a desconexão entre o que está sendo dito e o que está, realmente, sendo pensado.
Esse é um ponto muito favorável em avaliações políticas e midiáticas, entre outras.

A Visão Holística e o Pensamento Holístico são “ferramentas” prioritárias para a derrubada de concepções ultrapassadas; para a eliminação de todo e qualquer tipo de preconceito e visões, distorcidas.
Antes de encerrar, gostaria apenas de dizer que, dentro do campo científico, mais especificamente, é usado, em substituição a Visão Holística e Pensamento Holístico o que é denominado de Visão Sistêmica e Pensamento Sistêmico, unicamente pela razão de que nada está isolado ─ tudo faz parte de um sistema, que faz parte de um sistema maior, que faz parte de um sistema maior ainda; provavelmente ─ ad infinitum!

Para o campo cientifico, esses dois termos oferecem muito maior amplitude de entendimento; entretanto, nesses próprios termos está, claramente delineada, a questão ─ Holística!

Bem, espero que tenha conseguido, em parte, responder ao primeiro questionamento do Sílvio; apesar da simplicidade e pouca profundidade conceitual, o caminho da descoberta e entronização da questão holística, em minha estrutura mental, aconteceu exatamente, dessa forma.
Não saberia dizer o quanto os átomos e as partículas subatômicas ─tratados por mim como: entes quânticos ─ formadores desta estrutura física, auxiliaram nesse entendimento; creio que esse é um fator determinante.  Dependendo das experiências que trouxeram gravadas, para este “estágio” atual, provavelmente então, em qualquer questão, essas experiências vão “criar” um campo de entendimento bem mais favorável.

 Maria-Estrela Lunar Amarela

─ algum erro detectado, por favor nos informe.

 Livros disponibilizados para download

EgoCíência e SerCiência ─ Ensaio


 EgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas


 EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas