terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

"PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES"


Trazendo, para fevereiro de 2016, algo postado em 15/10/2012, no blog que assino, justamente pela necessidade de urgente REBELDIA SOCIAL CONTRA O SISTEMA QUE QUER DESNACIONALIZAR, POR COMPLETO, O BRASIL!

 


 

 

O título da música, usada como título do post é perfeito para nosso assunto de hoje, justamente por ter sido composta por um legítimo rebelde.

Ela tem como autor, Geraldo Pedroso de Araújo Dias, que entrou para a história da MPB como Geraldo Vandré, um rebelde demasiadamente sensível cujo sistema vigente, na época, soube como eliminar, sem ser fisicamente.

Rebeldia, é nosso tema de hoje e começo por dizer que meus amigos mais próximos sabem, por exemplo, minha quase extrema rebeldia contra o Sistema, contra religião instituída, contra a mídia capitalista/neoliberal, entre outras coisas, mais.

Aqueles que costumam ler algo, no blog que assino, têm uma pequena amostragem de meu posicionamento, sobre os tópicos acima relacionados.

O que chamo de Sistema, refere-se a tudo que foi devidamente implementado, pelo pensamento de alguns humanos “antenados” com a evolução das sociedades e, a melhor forma de “dominá-las; refere-se, a tudo que  subverteu a ORDEM NATURAL, do complexo Vida,  do Planeta Terra valores, relações humanas, natureza, trabalho estes, de forma mais específica.

Enquanto a maioria dos animais humanos vivia sua vida dentro de um contexto, relativamente natural, cérebros mais “dinâmicos”, observavam essa “ingenuidade” criando, forjando meios de transformá-la em seu mais poderoso alicerce para tudo que decidissem, implantar.

As primeiras tentativas foram levadas adiante, principalmente, pelo sistema religioso dominante, implantando o binômio culpa e redenção, jogando nas costas dos animais humanos, já de cara, um nascimento “culposo” com a devida necessidade de torná-lo legitimamente “legal”, via um dos 7 sacramentos criados para diversas aplicações; foi testada, então, a incrível credulidade e obediência, do animal humano.

Feito isso, foi fácil para o Sistema dominador, a ser implantado, verificar a inquestionável submissão que a grande maioria, dos animais humanos mostrava, como uma de suas características mais marcantes.

O animal humano foi desviado de sua possível origem “divina”, para tornar-se um simples (mas eficaz)  marionete, cumpridor de ordens algumas subliminarmente impostas do poder patriarcal, religioso, político estendendo-se, modernamente, ao Grande Sistema Vigente que a tudo, abarca.

No campo religioso, os que tentaram abrir os olhos para outras verdades foram a grande maioria deles queimados em furiosas fogueiras, sob aplausos e cânticos festivos, dos “dominados”.

Mais modernamente, os que investiram nessa tentativa foram devidamente “excomungados”; o poder não aceita rebeldia e esta foi sempre penalizada, de uma forma ou de outra.

A atuação de Jesus, por exemplo, ao expulsar os vendilhões do templo, seria hoje considerada uma ação, além de rebelde, também terrorista, pois estaria desafiando o Sistema vigente, dentro de uma de suas instituições.

Jesus deve ter sido, em sua versão de animal humano, público um ativista social, um rebelde; em sua versão de animal humano, conhecedor de seus poderes paranormais, um Mago.

Essa duas categorias simplesmente assustadoras para o status quo, da época e, falando corretamente, de várias épocas, inclusive a nossa , fizeram com que ele fosse exemplarmente “julgado” e condenado.

Assim age o Sistema, em todos os seus tentáculos premia os acomodados e condena os rebeldes.

Particularmente, senti a incontrolável ira, de alguns segmentos, pela minha rebeldia e isto, ainda quando  pequena; felizmente, tive ambiente familiar que não a sufocou, justamente por observar que as causas, em que ela se envolvia, eram reais; não eram, em absoluto, lutas contra “moinhos de vento”.

CONEXÕES REBELDES

 

Não será possível citar todas; apenas as mais marcantes.

Não está fora de contexto, portanto, começar o rol de conexões rebeldes, com uma figura legitimamente ─ anárquica  mesmo porque foi a primeira e mais forte desenvolvida, ao conhecer sua obra.

Falo de Emma Goldman 1860/1940 , uma mulher incrivelmente forte, visionária ,  voltada ao que foi denominado de Anarquismo que, claro, o Sistema tratou de sufocar.

Permitam-me citar um pensamento de Emma Goldman que define em plenitude em minha opinião , as bases principais do  Anarquismo defendido por ela e por tantos outros e, que só será possível,  quando houver a retirada de todos os véus “ilusionistas”, que nos “cegam”. 

Utopia?  Sim, se olharmos nossa condição de animal humano, hoje; mas quem sabe, em havendo futuro diferente deste presente, talvez não o seja.

 

“O anarquismo, portanto, realmente se ergue pela libertação da mente humana do domínio religioso; a libertação do corpo humano do domínio da propriedade; libertação dos grilhões e refreamentos dos governos.”

Para ser um anarquista, de verdade, é preciso ter índole rebelde.

No Brasil, o primeiro livro, de Zélia Gattai narra, entre outras coisas, a epopeia de uma família de imigrantes italianos ─ sua própria família ─ composta por anarquistas que pregavam “a fundação de uma sociedade sem leis, sem religião ou propriedade privada”.(negritos da autora, deste)

Outra conexão feita, foi com Albert Einstein outro rebelde, em vários sentidos . Analisando tudo que colocou em seu livro Como vejo o mundo, formou-se forte conexão entre nossos pensares além, é claro, de ter fortalecido em mim, a tendência científica de questionar/investigar, sempre.

Observem, por favor, esse pequeno parágrafo do livro acima citado:

 

“... Mas o bom senso dos homens é sistematicamente corrompido. E os culpados são: escola, imprensa, mundo dos negócios, mundo político.”(negritos da autora, deste)

Fidel Castro por ter “peitado” a mais poderosa representante do status quo, sempre teve minha admiração; sabendo que seu País, a trancos e barrancos, alcançou vitórias sociais marcantes fortaleceu, em muito, a conexão rebelde que sempre senti e sinto, com ele.

O pouco tempo de vida de Che Guevara, foi o suficiente para que sentisse, por ele, uma agradável similaridade em pensamento, em ideologia e assim, outra conexão, se fez.

Hugo Chaves, cuja vitória nas últimas eleições, deixou-me imensamente feliz, tem minha admiração por sua força e resistência frente ao Sistema; claro que não é fácil impor ao povo algo que ele, em princípio, não aceita; entretanto, a médio e longo prazos, com certeza esse povo que sem a lavagem cerebral imposta pelas mídias capitalistas/neoliberais aprenderá a avaliar, as ações desse governante.

Gandhy foi um rebelde, extremamente diferenciado; sua forma de questionar/desafiar o sistema de domínio vigente, tornou-o uma figura ímpar, na história de seu país e, da humanidade.

REBELDIA CONTRA MÍDIAS CAPITALISTAS/NEOLIBERAIS E, UMA DETERMINADA CLASSE SOCIAL

Observo, algumas vezes, comentários cáusticos, sobre alguns jornalistas; penso, entretanto, que apesar de mais ou menos afoito, todo e qualquer jornalista ligado a sistemas midiáticos capitalistas/neoliberais, nada mais faz do que cumprir, fielmente,  ordens de seu empregador, mesmo que possa dar a impressão, ao público menos atento, que aquela opinião é particular, dele; talvez, até seja, pois caso contrário, ali não estaria,  pois não acredito que uma pessoa possa “vender” suas legítimas convicções, anseios a um sistema que,  amanhã ou depois o descartará,  sem a menor consideração pelos “serviços prestados”.

Mas, pensando bem, quem sabe suas legítimas convicções sejam exatamente, as expostas; além do que, sabe-se que o dinheiro recebido e o ego insuflado, pela presença midiática, podem anular as mais íntimas convicções pessoais, dos mais fracos.

É interessante principalmente para quem procura “ver” as pessoas, com os olhos da alma notar semblantes tão destituídos de luz, de alegria pura, de leveza  entre a grande maioria daqueles que, como jornalistas, se apresentam a nós, via tv.  Olhamos e não conseguimos enxergar o ser; sabemos que eles os têm, é claro; talvez esteja totalmente subordinado ao ego e, por essa razão, não consiga se mostrar àqueles que buscam pelo ser, dos animais humanos.

O sistema midiático capitalista/neoliberal é, em qualquer parte do mundo onde atue, representante legítimo dos anseios, do Sistema; o que o Sistema determinar, assim será divulgado em perfeita consonância com o grau de entendimento de cada público mantendo entretanto, intacta,   a ordem a ser, até mesmo, subliminarmente difundida.

Além da rebeldia, acima exposta, outra me envolve em relação à classe social sempre descrita como burguesia, cantada exemplarmente em música de Cazuza coincidentemente, outro rebelde admirável.

É uma classe que desconhece os rigores da pobreza/miséria; uma classe que desconhece marmitas, ou nem isso um pão, apenas,  quando muito, com mortadela.

Uma classe que desconhece o que é ter sua “casa” queimada perdendo, nesses incêndios (com certeza, não naturais, como os que estão acontecendo atualmente, em São Paulo) ou nas chamadas operações de reintegração de posse o pouco conseguido com o mais salgado, suor.

São pessoas que desconhecem o sentimento existente no olhar de uma criança pobre, ao ver outras com brinquedos maravilhosos ou comendo doces deliciosos em alguma confeitaria; no caso específico dos doces, tive discussões fortes ao ver, algumas vezes, quando existiam nas ruas, muitas crianças desvalidas, as pessoas simplesmente tocarem-nas das portas, da mesma forma como ainda é costume fazer, com animais não humanos.

Quando digo que desconhecem, talvez esteja usando verbo errado; muitas pessoas, inclusive da classe em questão, nunca viveram qualquer tipo de penúria; têm, entretanto, empatia pelas pessoas menos favorecidas, chegando a quase “sentir”, na própria pele, seus sofrimentos. Não necessariamente, é preciso conhecer algo, na prática, para se ter condição de analisar se é bom ou ruim.

Essas pessoas, acima, são aquelas que sabem dimensionar o que ocorreu nestes últimos 10 anos, no Brasil; sabem que cerca de 40 milhões de pessoas saíram da faixa de pobreza/miséria, graças a ações de governo que, pela mídia capitalista/neoliberal e outros,  pertencentes a classe burguesa, são consideradas paternalistas/populistas.  Eles têm a audácia de dizer que é preciso “ensinar a pescar e não, dar o peixe”; acontece que pra ensinar a pescar precisa ter anzol e os pobres e miseráveis não tinham como comprá-lo; isto talvez  responda, também metaforicamente, o que eles sempre disseram com intuito exclusivo de desmerecer ações sociais importantes, que o Sistema não aceita.

Dadas as condições iniciais, necessárias o anzol e alimento para fortalecer o corpo eis que o País, em grande parte em função dos recém saídos da pobreza e, em termos de trabalho e consumo, conseguiu em 2008 e até o presente momento safar-se, em parte, da crise que assola quase todos os países, do mundo. Na maioria deles, a recessão imposta, alimenta  o desemprego e determina   perda de benefícios sociais, entre outras coisas tão adversas, quanto.

Voltando ao tema principal, é evidente que a rebeldia precisa ter fundamento lógico; se assim não for, acaba se tornando algo patológico; rebeldes sem causa,  são um desperdício dessa própria força revolucionária bem como, um entrave ao desenvolvimento mental, do animal humano.

Mas a rebeldia verdadeira, é profundamente necessária e saudável; é ela que nos ensina a não aceitar o status quo do Sistema em todas as suas instâncias apenas porque assim o faz, a maioria.

O mesmo pode-se dizer do anarquismo.

Apesar do Sistema tê-lo “carimbado”  de baderna existe,  em sua máxima expressão, uma ordem natural; essa é a ordem que vigora na Natureza; tudo nela segue  ou seguia, antes da danosa ação do animal humano “sistematizado” ─ , fluxo perfeitamente natural que obedece, única e exclusivamente, os ditames da ENERGIA!

Mas, nos perdemos num emaranhado de caminhos artificiais que simplesmente  sufocou a raiz mesma, da sensibilidade. Sem sensibilidade, não existem rebeldes; sem sensibilidade, o anarquismo fenece.

Sensibilidade, é o que nos faz ter certeza, de que tudo poderia ser diferente. Usar o verbo em seu tempo passado, reforça a necessidade urgente de mais rebeldes, de mais anarquistas, pois a reversão do status quo humano, social,  natural e planetário, se faz urgente; sem uma possível  reversão,  pode-se ter certeza de que a Natureza, o Planeta saberão como “zerar” todas as atividades incompatíveis com o fluxo natural do Sistema Vida ─ Planeta Terra.

Não devemos nos esquecer, que:

O PODER DE REBELDIA DA NATUREZA, DO PLANETA CONTRA O STATUS QUO ARTIFICIAL, É ALGO  ─ INIMAGINÁVEL!

Maria ─ Estrela Lunar Amarela

 

qualquer erro, por favor, nos informe.

 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

REEDIÇÃO DE: LÍBIA, QUAL É A VERDADE?


                                                

MEDIANTE TODA SITUAÇÃO DE PROFUNDA E MALÉFICA ATUAÇÃO DA MAIORIA DE COMPONENTES DO CONGRESSO NACIONAL, RESOLVI BUSCAR NO ARQUIVO DE BLOG QUE ASSINO, ESTE ARTIGO DE 2011, EM ESPECIAL.

SERIA INTERESSANTE VERIFICAR, COMO DETERMINADAS INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS, TÊM RELAÇÃO DIRETA COM SITUAÇÕES VIVENCIADAS EM DIVERSOS PAÍSES E, ANALISAR SE HÁ ALGO SIMILAR COM O QUE OCORRE, NO BRASIL, DESDE 2013, MAIS ESPECIFICAMENTE.

PELO QUE SE PODE VER, FACILMENTE, QUASE TODOS OS PODERES DO ESTADO BRASILEIRO ESTÃO COMPROMETIDOS COM ALGO QUE NOS ASSUSTA, SEQUER PENSAR E, COMO A SOCIEDADE BRASILEIRA AINDA NÃO O É DE FATO E DE DIREITO, ESTAMOS CORRENDO UM SÉRIO RISCO.

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 LÍBIA    QUAL É A VERDADE?

                                                                                                                                    13/03/2011

 

Líbia, país do norte da África, detentor do maior IDH, da região, pontuando 0,847, tem como chefe de Estado,  Muammar  al-Khadafi, tão presente nos telejornais nacionais (?) e internacionais.

Resumidamente, a Líbia também foi domínio do famoso Império Otomano, que falamos no post sob a Ásia, lembram?

Em 1952, através de resolução da ONU, a Líbia foi declarada país livre. Logo após, firma contrato para implantação de bases militares estrangeiras, no país. Em 1954, houve concessão de bases militares e aéreas aos norte-americanos.

Em 1969, a história da Líbia, muda; derrubada a monarquia anterior, assume o poder, em 1970, o coronel Kadafi. De imediato, toma providências no sentido de expulsar os efetivos militares estrangeiros, da região, decretar a nacionalização das empresas, bancos e recursos petrolíferos.

É evidente, que logo após essa insurgência contra o poderio americano, foi acusado de incentivo ao terrorismo (veja que esse tipo de acusação, já vem de lonnnnnnga data). Com essa acusação, o presidente Reagan, em 1986, determinou bombardeio da aviação americana a vários alvos em Trípoli e Bengazi. Em um desses bombardeios, Kadafi perde uma filha adotiva.

É interessante ver que Kadafi, em 1975, escreveu livro chamado Livro Verde, através do qual, entre outras coisas, rejeitava a democracia liberal moderna e estimulava/propunha a instituição de uma forma de democracia direta, em que os cidadãos não delegam poder de decisão; as decisões seriam tomadas via assembleias gerais. Kadafi também propunha, nesse livro, o socialismo como solução do problema econômico. Além disso, Kadafi foi sempre um apoiador da causa palestina, indispondo-se, por essa razão, com Israel, é claro.

Após sofrer embargos comerciais, como retalhação por sua insubordinação ao sistema mundial de dominação, Kadafi abre mão de certos princípios ideológicos, ativando ligações com os E.U., principalmente após 11 de setembro.

Noticiários recentes, dão conta de que Kadafi teria ameaçado forte resistência, caso fosse decretada área de exclusão aérea, em território Líbio; normalmente,  essa é a 1ª ação a ser implementada, como prévia de possível intervenção militar. Quando é declarada área de exclusão aérea, isso significa que o espaço aéreo, da região atingida, passa a ter controle estrangeiro; o país, a região deixa de ter soberania, sobre.

Quais órgãos, internacionais, congregam poder para decisões de 1) Intervenção militar  2) Missões de Paz? 

Bem, temos na ONU, o Conselho de Segurança, responsável, segundo consta, da segurança mundial. Esse conselho tem prerrogativas especiais para decidir sobre intervenções militares ou, as chamadas missões de paz, que nada mais são do que uma forma de intervenção.  No caso do Conselho de Segurança determinar, por exemplo, intervenção militar, cabe aos membros permanentes, da ONU, decidir em votação, a aprovação, ou não. Um único voto contrário,  derruba a decisão do Conselho.

Depois da decisão tomada, sendo a favor de intervenção militar, é que entra em atuação, na maioria dos casos, a OTAN, quando países aliados, reforçam os contingentes.

Mesmo que nos queiram fazer acreditar que os órgãos competentes, da ONU, são autônomos, imparciais em suas decisões, sabe-se que por trás de tudo está o próprio governo americano e seus interesses, é claro. FMI, CIA, Banco Mundial e o próprio FMI dão seus palpites, dependendo de cada caso.

Além do mais, a ONU é financiada a partir de contribuições voluntárias dos Estados-membros, com o governo americano encabeçando as doações com 22% do orçamento da ONU, seguido do Japão com 16,62%. 

O  governo americano, além  de tudo, conta com ajuda de algumas instituições não-governamentais, na preparação de situações favoráveis à ideologia de grandes corporações americanas, num amplo leque de atuação.  Existe, por exemplo,  uma ong a Freedom House  (“Casa da Liberdade”), radicada em Washington, com atuação em centenas de países, cuja “preocupação” são os direitos humanos, democracia, economia de livre mercado e liberdade de expressão.  Ao que tudo indica, uma de suas atuações é na “fabricação de dissidentes” aos regimes que estão sob mira da política americana, facilitando trabalhos posteriores e abastecendo o sistema midiático, com informações adequadas, a cada situação, e que sejam favoráveis à adesão da opinião pública, mundial.   Outra importante organização é uma tal de NED, sigla de National Endowement for Democracy, Fundo Nacional para a Democracia, que age de forma similar, além de atuar nos meios acadêmicos e empresarias, de cada país. Essa entidade também é financiada pelo governo americano. Palavras-chave, dessa organização:  hegemonia, democracia, livre mercado e redes transacionais.

Aqui no Brasil, ao que tudo indica, as ações são coordenadas, através do site abaixo, que acharia extremamente importante, aos que se interessam  em saber mais, fazer uma visita e ler, com muita atenção, tudo que ali está exposto. A figura principal, que encabeça esse site é figura importante do setor educacional em Santa Catarina.


Após tudo que li, no site, me veio a cabeça a ideia de que, por trás de toda aquela situação degradante, vivenciada na eleição de 2010, para presidente, pode estar, também, a atuação de entidades como essas, acima citadas. Ao que tudo indica, região sul e São Paulo, são pólos de maior atuação, dessa organização, justamente áreas em que as ações que beneficiam os mais desfavorecidos, encontra muita resistência e críticas nada pertinentes.

Em função do pouco, exposto acima, é que é difícil saber quais versões são próximas ao real, mais especificamente em relação aos distúrbios na Ásia e África.  O sistema midiático, segue os passos e os interesses, é claro, das grandes corporações, que o “subsidia” através de propaganda; ele omite sempre a verdade, se esta estiver em desacordo com os grandes interesses políticos/econômicos/financeiros,  do poder mundial.

Lembro, por exemplo, o alvoroço feito após a queda das Torres Gêmeas; na ocasião, algo ficou em suspense, para mim um ataque de tal proporção, passou despercebido dos órgãos de segurança?  Era difícil, acreditar nisso. Já faz um tempo que chegou algumas informações que as coisas que aconteceram, naquela ocasião, foram favoráveis, ao máximo, aos interesses americanos e que o governo americano, da época Busch, sabia de tudo que iria ocorrer; não duvido disso, em hipótese alguma; tudo é possível quando interesses maiores estão em pauta. Aliás, lembro-me muito bem, do instante em que Busch que naquele dia e hora estava em uma pequena escola, fazendo o quê, não sei recebeu, ao pé do ouvido, a notícia do ataque; estranhei,  tanto domínio, pois não demonstrou a mínima reação de surpresa, de susto, de comoção, que tal notícia, deveria causar. Se pudéssemos rever essa imagem, seria ótimo.  

Logo após esse acontecimento, e apoiado internacionalmente, o governo americano envia tropas americanas que foram reforçadas por países aliados para caçada espetacular a Osama  bin Ladem, em território Afegão, Claro que essa era  apenas desculpa para fazerem o que fizeram, no Afeganistão. Após a destruição, em território Afegão, vieram os planos de reconstrução. É sempre assim que as coisas ocorrem primeiro, a guerra para fortalecer, ainda mais,  a poderosa indústria bélica; depois vem a parte de reconstrução, quando outras tantas grandes empresas, faturam horrores,  nesse trabalho aparentemente “humanitário”.

Depois veio a hipótese de que o Iraque estava produzindo armas atômicas; fizeram de tudo até conseguir adesão quase maciça, para fazer o que fizeram e depois, com maior cara de pau, dizer que realmente, houve falha de investigação/informação e que o Iraque não tinha esse tipo de armamento e nem podia fabricá-lo.

Mas, o clã midiático, não proclamou isso em alto e bom tom; afinal, ele estava careca de saber qual era a real e “erros” como esses não devem merecer maior divulgação/análise, por ordem do próprio sistema de dominação.

Interessante analisar, também, que o proclamado e endeusado    Direitos Humanos, nunca se fez presente quando de massacres de civis, tanto no Afeganistão quanto no Iraque, (e foram milhares, só no Iraque), por conta de “erros de cálculo” nos lançamentos de mísseis ou bombas   coisa muito estranha, pois o poder de mira dos armamentos é quase, milimétrico.

 Direitos Humanos se faz presente, de forma repentina, quando já existe uma situação de preparo de ataque, com informações que sempre chocam a população mundial maus tratos físicos de mulheres e crianças; abuso de direitos humanos e todo aquela verborreia preestabelecida, que as mídias adoram explorar e que claro, motivam as pessoas a apoiar ações de guerra; assim, fica tudo mais fácil.

Bem que tentaram isso com o Iran, incluindo a conhecida hipótese de produção de armas atômicas; parece que não deu certo, felizmente.

Falando no poder da mídia, é interessante observar que, dias atrás,  a própria Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, perante o comitê de Política Externa do Congresso Americano, disse que os Estados Unidos estão perdendo a guerra de informação; especificamente em relação ao mundo árabe, ela foi enfática ao dizer: “A AL Jazeera está ganhando.”  A AL-Jazeera é a maior emissora de televisão do mundo árabe, com sede em Doha, no Catar.

Ao que tudo indica, Twitter,  Facebook, entre outros, estão opondo resistência e ganhando terreno perante o tradicional sistema midiático comandado, em suas estruturas  reais, pelos grandes poderes econômicos/financeiros; assim, as coisas passam a ser um pouco mais difíceis.

Voltando ao nosso ponto inicial Líbia, tenho lido alguns artigos postados no site Rebelion.org., dando informações de que a Freedom House, que falamos, parágrafos acima, parece ter forte influência dentro desse país, inclusive, através de membros cooptados por ela, (entre os ativistas) que divulgam  pedidos de intervenção no país, pedidos esses que os verdadeiros ativistas, negam  autoria.   

Então, amigos, é preciso ficar de antena ligada; através das mídias tradicionais, praticamente nada é devidamente esclarecido, muito pelo contrário elas estão ai para confundir, para distorcer fatos. É claro que mídias alternativas, também precisam ser bem analisadas; elas podem não oferecer credibilidade, é claro; de qualquer forma, o que estão fazendo é ameaçador ao  4º poder,  institucionalizado.

Ao encerrar, considero que perante tantas coisas vistas, o governo brasileiro precisa estar atento; entidades como essas que vimos, entre tantas outras, podem se é que já não estão fabricando dissidentes, principalmente entre a classe universitária, já que parte da classe política já é dissidente, ao próprio país, basta ver declarações, por exemplo, de José Serra, em relação ao pré- sal. que o Wikileaks divulgou,   Isso é perfeitamente possível, afinal, temos o pré- sal, que não foi para domínio externo;  temos o Aquifero Guarani, que em época de Fernando Henrique, neoliberal roxo,  já teve pequena parte, privatizada;  enfim, temos um país extremamente favorável a um desenvolvimento criterioso, humanizado, diversificado que esperamos, ocorra realmente.

Precisamos procurar ter aquele lúcido otimismo, revelado sempre, pelo empresário Eike Batista, em relação ao Brasil; assim,  poderíamos contribuir, cada um a sua maneira, para alicerçar, ainda mais, as grandes conquistas dos  8 últimos anos,  preservando, ainda,  as características do povo brasileiro,  não permitindo influências   de que espécie for cujo intuito seja estimular atritos entre regiões/estados do país, classes sociais e outros.

Encerro fazendo pequena observação este post nasceu em função da necessidade de saber exatamente a razão de Fidel Castro e Hugo Chávez  dois caras que particularmente admiro,  gosto terem proposto mediação de paz, junto a Kadafi, à comunidade das Nações Unidas. Com o que analisei, ao levantar dados, creio ter obtido resposta.

Autoria: Maria Estrela Lunar Amarela

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Alguns dados desse artigo de 2011 precisariam ser atualizados; farei atualização de apenas 1 que se refere ao Aquífero Guarani pois, presentemente, temos o Aquífero Alter do Chão, totalmente em território brasileiro e que rebaixou o Aquífero Guarani par 2º mais importante, do mundo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

BUSCANDO PARALELO ENTRE ACONTECIMENTO EM MINAS E, EM PARIS


É POSSÍVELTRAÇAR UM PARALELO ENTRE O QUE ACONTECEU EM MARIANA/MG─ BRASIL E O POSSÍVEL ATAQUE TERRORISTA EM PARIS/FRANÇA? (*)

Para uma grande maioria será difícil, talvez, achar que pode haver um paralelo entre o rompimento de barragens da empresa Samarco em Minas Gerais, dia 05/11/2015 e os atentados em Paris, sexta-feira dia 13/11/2015.

O que é uma Barragem?

Uma barragem é, prioritariamente ─ IMPEDIMENTO, OBSTRUÇÃO, seja lá do que for.

Exatamente por essa razão, consigo visualizar/sentir um paralelo importantíssimo:   NOS DOIS CASOS, BARRAGENS SE ROMPERAM!

No caso de Mariana, as barragens físicas foram construídas para manter, sob controle, quantidade imensa de rejeitos tóxicos despejados pela mineradora em questão; pelo que se sabe, até o momento, houve negligência e inobservância de certos alertas que as barragens vinham dando e elas, então ── SIMPLESMENTE, SE ROMPERAM, exterminando inúmeros tipos de vida, praticamente acabando com uma cidade e, “matando” um rio e todas as vidas que ele acolhia!

Os cálculos mais otimistas para possível recuperação de todo Ecossistema destruído é de ─ 100 (CEM) anos!

Em 13 de novembro de 2015, em Paris, algumas barragens mentais/emocionais se romperam; desses rompimentos, infelizmente, um grande número de animais humanos ─ inocentes ─ foram mortos por armas de Complexo Industrial Bélico, provavelmente do Ocidente.

Talvez possamos pensar que o rompimento dessas barragens, de 13/11, seja resultante de inúmeros rejeitos mentais/emocionais impostos aos povos de diversos países como Irã, Iraque, Líbia, Kuwait, Síria (em 2012) e outros mais, e isto, de forma mais intensificada após o famoso 11 de setembro de 2001. Além de terem seus países agredidos violentamente, sofreram/sofrem imensa rejeição e, nenhuma mídia capitalista neoliberal explica, ao Ocidente, de forma correta que milhares e milhares deles ─ muçulmanos também inocentes, moradores dos países praticamente destruídos pelo poderio militar de aliados do governo americano, mais especificamente, foram cruelmente abatidos sem que muitos soubessem sequer, a possível razão ─ como é o caso de milhares de crianças mortas e não lamentadas,  pelas figuras midiáticas dos noticiários.

Como no caso do rompimento das barragens em Mariana, em que a inobservância de sinais evidentes, creio, de que algo terrível poderia acontecer, o Ocidente não viu e não tem visto sinais evidentes de que esse tipo de coisa que aconteceu, em Paris, evidenciam possíveis rompimentos de barragens ─ mentais/emocionais ─ impostas a países com predominância muçulmana, por governos de países coligados e sob comando de governo americano.

Creio ainda, que infelizmente, possamos traçar paralelo entre os 2 acontecimentos acima referenciados e outros que, diariamente, estão ocorrendo em quase todos os países do Mundo ─ Suicídio.

Sim, porque o suicídio, em minha opinião é, também, um rompimento de barragem mental/emocional que ocorre em nós, animais humanos; alguns de nós   “trabalhamos” esses rompimentos; outros, de nós, não o conseguem.

A mídia capitalista/neoliberal está proibida, pelo Sistema, de divulgar estatísticas sobre o número crescente de suicídios, principalmente de jovens; apesar da imensa liberdade que os jovens de hoje desfrutam, algo se perdeu em meio a essa liberdade ─ A LIBERDADE INTERIOR que está sendo, dia a dia represada de inúmeras formas possíveis. Sem liberdade interior, oprimidos por uma parafernália tecnológica que os envolve desde tenra idade e, sem conseguir visualizar um futuro menos conflitante, poucas coisas restam e então, o Espaço Quântico de busca por essa mesma Liberdade Interior e Caminhos Alternativos está sendo devidamente sabotado; essa alteração leva a inúmeras dependências e, por último, ao extermínio da própria vida.

O SISTEMA VIDA ─ PLANETA TERRA, está sinalizando de todas as formas possíveis que INÚMERAS BARREIRAS FÍSICAS, MENTAIS, EMOCIONAIS ESTÃO PARA SE ROMPER; REPRESAMOS COISAS DEMAIS ─ REPRESAMOS NATUREZA, ANIMAIS, PESSOAS, SENTIMENTOS, EMOÇÕES, ETC; AS BARRAGENS ESTÃO PRESTES AO ROMPIMENTO!

Em anexo a este, deixo um vídeo de discurso de dom Hélder Câmara pronunciado por ele em 1982, portanto, há 33 anos atrás; pediria aos que, como eu, não têm nenhuma ligação religiosa que preste atenção ao holístico do discurso e vejam a atualidade da mensagem; também em anexo, artigo publicado em 14/11; entre esses anexos  e o que foi exposto, neste, há paralelos importantíssimos, sob minha ótica, é claro!

(*) Escrevo não descartando a ideia da possibilidade desse ataque ter sido “armado”, como o foi 11 de setembro.

Maria-Estrela Lunar Amarela



 

sábado, 10 de outubro de 2015

"POSTAGEM DESAFIADORA"


 

Postado, originalmente, na Rede Social Linkedin

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POSTAGEM DESAFIADORA

Este final de semana resolvi dar uma olhada mais crítica nos textos que escrevo em blog que assino e também no Linkedin, para analisar quais são os interesses daqueles que se arriscam ─ como eu ─, a escrever e publicar o que escrevem.

Percebi que, quase sempre, o que temos é mais do mesmo; não existe uma abordagem diferenciada e crítica; mesmo que tenhamos, nessa rede, pessoas que desenvolvem muito bem seus argumentos eles são, quase sempre, contaminados pelo status quo do Sistema em que essa rede está, evidentemente, inserida.

Sinto falta de uma dinâmica de opiniões sobre assuntos diversos; sinto falta de discussões sobre livros lidos e que não sejam, só específicos, de áreas de atuação de cada integrante, da rede.

Por falar em livros, gostaria de saber quem leu o excelente livro de Zigmunt Bauman ─ “44 CARTAS DO MUNDO LÍQUIDO MODERNO ─ para iniciarmos troca de opiniões, sobre.

Bem, mas estou me alongando sem que atinja o ponto principal desta postagem: propor-lhes assistir – caso não o tenham feito, ainda - o documentário abaixo e, desafiá-los a tecer comentários bem fundamentados, sobre ele.


Qual a razão de considera isso, um desafio?

Bem, estamos todos “ligados” através de uma rede voltada ao Mundo Corporativo; de uma forma ou de outra somos “empregados” do Sistema; se assim é, quem terá suficiente coragem para tecer comentários favoráveis ao que está posto, nesse vídeo, inclusive por saber que ─ “O Grande Olho” ─ vigia cada pensamento que expomos em redes sociais, principalmente?

Sintam-se desafiados!

Entretanto, acreditem que vou entender se não houver proliferação de comentários, após esta postagem; a resposta a esta postura adotada, está inserida no próprio vídeo.

Maria do Rocio Macedo Moraes

Maria-Estrela Lunar Amarela

 

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

DISRUPTIVO


 

 
É extremamente curioso como, de tempos em tempos, uma palavra é “pinçada” de dicionários, recebendo um tratamento de ressignificação e, como resultado, passando a representar quase que uma ─ HEURECA!

Inúmeras vezes, até as próprias concepções, dela, são alteradas; passa, realmente, a ter significações diferentes de antes de ser ─ Ressuscitada.

Neste, refiro-me a mais nova coqueluche do momento ─ DISRUPTIVO!

Claro que essa palavrinha que vem agitando tanto o campo tecnológico quanto o corporativo ─ seja ele qual for ─ não é tão nova mesmo em suas novas acepções pois ela foi originalmente lançada à arena linguística, mais especificamente, na última década do século/milênio passado por um professor de Harvard que publicou uma série de livros de gerenciamento ─ Clayton M. Christensen ─, onde a nova conceituação de Disruptivo era amplamente explorada.

Ao fazê-lo, isto na década de 90, talvez não imaginasse o tremendo sucesso do adjetivo DISRUPTIVO que, até então, servia apenas para ser usado em situações negativas, pejorativas.

Claro que o sucesso obtido lá nos E.U foi exportado, via Globalização, para inúmeros recantos do mundo; em muitos deles, quase 20 e tantos anos de atraso estão sendo magnificamente esquecidos e nos inúmeros seminários, principalmente de área educacional, os conceitos atuais de DISRUPTIVO causam profunda admiração nos mais jovens profissionais que desconhecem tantas Heurecas conceituais que existiram, fizeram sucesso, fracassaram, morreram e foram enterradas talvez na esperança de, um dia, um professor ─ talvez da Harvard ─ resolver ressuscitar, algumas delas.

Aqui no Brasil, mais especificamente, estamos vendo, já há algum tempo, contagiante utilização do termo, em inúmeros Seminários, Palestras etc.: a arena educacional ─ não, não houve erro de qualificação! ─ está prenhe de centenas de sugestões em como fazer acontecer a tal ─ Educação Desruptiva

É mais que evidente que torço, ardorosamente, a favor de tal acontecimento; mas como fazê-lo, se sequer estamos na fase hibrida, aquela que contempla, que mescla padrões antigos com novos padrões isto, principalmente, em referência ao Ensino Público?

Sou extremamente favorável a quase todo tipo de DISRUPÇÃO incluindo solapar, de forma bastante brusca, status quo centenários e/ou milenares.

Será que estaríamos preparados para entender, analisar, exigir e consolidar formas Disruptivas em nós mesmos, no meio em que laboramos e, avançarmos em diagnósticos educacionais, políticos, sociais, religiosos, econômicos, etc, objetivando fomentar DISRUPÇÕES, URGENTES e CONSCIENTES?

Sinceramente? 

Temo que não.

Tem quem não goste do termo que vou usar, mas ampliando a visão e pensamento até chegarmos ao HOLISMO não serão, realmente, atitudes DISRUPTIVAS o que a própria Natureza e Planeta estão a exigir, de nós?

Creio que DISRUPÇÃO deveria merecer mais atenção e menos modismo inconsequente; precisaríamos sentir a frequência energética que atitudes DISRUPTIVAS poderiam criar em favor do próprio Sistema Vida ─ Planeta Terra; quem sabe com ações desse calibre, poderíamos evitar que a própria Natureza resolvesse dar um basta em parte desse status quo que solapa recursos importantes; se ela resolver agir via ações Disruptivas ─ na acepção mais convencional, do termo - a grande maioria dos animais humanos poderá ser, literalmente, expurgada do Sistema Vida ─ Planeta Terra!

 

Maria-Estrela Lunar Amarela

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